Exposições
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Exposição focalizada na história recente da aldeia da Luz, em particular no período da mudança motivada pela barragem do Alqueva.

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Quem visita hoje o Alentejo depara-se com alterações profundas que não esperaria fossem tão significativas. O elemento que alavanca este processo de transformação é Alqueva. Com este projeto observa-se claramente um antes e um depois em vários domínios, com destaque para a componente agrícola.
O território de Alqueva está hoje em constante transformação e modernização.
A água de Alqueva disponibilizou a este território um leque de novas oportunidades em que o binómio tradição versus modernidade ainda está presente, mas o investimento e a inovação pretendidos para o Alentejo estão a transformar o espaço tornando-o uma terra de modernidade.
E é sobre estas transformações que estão a acontecer no espaço Alqueva que nos remete a nova exposição do Museu da Luz.

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"Quando, num verão passado, navegava na tranquilidade do Alqueva, observando as margens despidas pela água, senti em sobressalto uma epifania:
- As composições intimas que a Natureza nos oferece com os afloramentos rochosos, o entrelaçado das raízes das árvores, a textura das pedras, os reflexos nas águas tranquilas...
Desmontei e recreei estas composições naturais, que explorei ao limite da minha capacidade de controlo da cor, criando uma nova dinâmica na temática da minha pintura, que agora tenho o prazer de apresentar no Museu da Luz"
Duarte Botelho

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Uma série de discursos expositivos são colocados em paralelo, criando leituras complementares, a partir de vários suportes de comunicação como o desenho, a maqueta, a fotografia, o texto, os objetos, a imagem vídeo, a escultura e o próprio espaço do museu.

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Quem hoje visita o Alentejo depara-se com alterações profundas, fruto da dinâmica introduzida pelo Projeto de Alqueva.
A EDIA, enquanto entidade que tem por objetivo conceber, executar, construir, explorar e promover o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, tem vindo a garantir que todas as etapas são implementadas de forma sustentada e em respeito pelas preocupações ambientais e patrimoniais.
Na vertente de Património Cultural, área onde efetuou um considerável investimento financeiro em cerca de 2 mil intervenções arqueológicas, permitiu trazer à luz do dia inúmeros vestígios arqueológicos preservados no subsolo e, grande parte deles, desconhecidos da comunidade científica. Vestígios identificados no âmbito dos processos de Avaliação de Impacte Ambiental, mas principalmente durante os trabalhos de mobilização de terras, em contexto de obra.
Por forma a promover uma rápida atuação perante estes indícios arqueológicos, a EDIA tem vindo a garantir a presença no terreno, de técnicos especializados, que procedem à implementação das medidas de minimização adequadas a cada caso (escavações arqueológicas e registos diversos), das quais se destacam as publicações técnicas com os relatórios das intervenções realizadas.

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