Exposições
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Exposição focalizada na história recente da aldeia da Luz, em particular no período da mudança motivada pela barragem do Alqueva.

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Quem visita hoje o Alentejo depara-se com alterações profundas que não esperaria fossem tão significativas. O elemento que alavanca este processo de transformação é Alqueva. Com este projeto observa-se claramente um antes e um depois em vários domínios, com destaque para a componente agrícola.
O território de Alqueva está hoje em constante transformação e modernização.
A água de Alqueva disponibilizou a este território um leque de novas oportunidades em que o binómio tradição versus modernidade ainda está presente, mas o investimento e a inovação pretendidos para o Alentejo estão a transformar o espaço tornando-o uma terra de modernidade.
E é sobre estas transformações que estão a acontecer no espaço Alqueva que nos remete a nova exposição do Museu da Luz.

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Uma série de discursos expositivos são colocados em paralelo, criando leituras complementares, a partir de vários suportes de comunicação como o desenho, a maqueta, a fotografia, o texto, os objetos, a imagem vídeo, a escultura e o próprio espaço do museu.

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Quem hoje visita o Alentejo depara-se com alterações profundas, fruto da dinâmica introduzida pelo Projeto de Alqueva.
A EDIA, enquanto entidade que tem por objetivo conceber, executar, construir, explorar e promover o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, tem vindo a garantir que todas as etapas são implementadas de forma sustentada e em respeito pelas preocupações ambientais e patrimoniais.
Na vertente de Património Cultural, área onde efetuou um considerável investimento financeiro em cerca de 2 mil intervenções arqueológicas, permitiu trazer à luz do dia inúmeros vestígios arqueológicos preservados no subsolo e, grande parte deles, desconhecidos da comunidade científica. Vestígios identificados no âmbito dos processos de Avaliação de Impacte Ambiental, mas principalmente durante os trabalhos de mobilização de terras, em contexto de obra.
Por forma a promover uma rápida atuação perante estes indícios arqueológicos, a EDIA tem vindo a garantir a presença no terreno, de técnicos especializados, que procedem à implementação das medidas de minimização adequadas a cada caso (escavações arqueológicas e registos diversos), das quais se destacam as publicações técnicas com os relatórios das intervenções realizadas.
É uma parte do resultado destes trabalhos que a EDIA, através do Museu da Luz, em parceria com a Câmara Municipal de Mourão, apresenta agora nesta exposição temporária, patente ao publico até finais de setembro de 2019.

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A exposição “Reflexos da Luz” nasceu de um desafio colocado ao artista plástico Gonçalo Jordão, residente em Mourão, com um currículo variado que inclui obras presentes nos seguintes espaços: Palácio Nacional da Ajuda, Palácio Nacional de Queluz, Palácio da Vila de Sintra, Convento da Ordem Terceira em Ponte de Lima, Vidago Palace, Palácio de Belém, Assembleia Nacional de Angola e Parque Asterix – Paris. Com uma carreira de duas décadas ao serviço das artes decorativas, com destaque para o trabalho de pintura mural em filmes como: The Grand Budapest Hotel, The Beauty and the Beast, O Quinto Poder e outros que vieram confirmar o reconhecimento internacional pelos seus pares.
Segundo o autor, “Reflexos da Luz” é uma mostra do fascínio pelos grandes contrastes, pela luz e pela sombra, pelas pessoas e a sua relação com a natureza. Este antagonismo também presente na relação da Aldeia da Luz com a água e a barragem, é a grande força inspiradora das obras expostas.

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