Exposições
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Exposição de Temática Permanente
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Exposição focalizada na história recente da aldeia da Luz, em particular no período da mudança motivada pela barragem do Alqueva.
Objetos do passado, pertencentes à coleção etnográfica do museu e doados pelos habitantes da Luz, representam os ofícios ancestrais que ligavam os homens à terra e aos recursos naturais.
Estes objetos relacionam-se com o trabalho rural e dão enquadramento ao documentário 'A minha aldeia já não mora aqui', de Catarina Mourão, e a apontamentos audiovisuais produzidos na época.

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Ao passarem 20 anos sobre a inauguração da barragem de Alqueva e sobre o processo de submersão e subsequente projeto de minimização de impacto patrimonial do vários sítios aqrueológicos, o Museu da Luz inaugura uma exposição consagrada ao arqueossítio do Castelo d Lousa, classificada como Monumento Nacional. Embora submerso o Castelo da Lousa e o espólio resultante das escavações anteriores à sua submersão continuam a ser alvo de um constantes estudos. Esta exposição é a mais recente revisão histórica, arqueológica e de investigação sobre este sítio arqueológico.

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A exposição "Aquedutos de Portugal: água e património" apresente através da fotografia de Pedro Inácio um conjunto de aquedutos espalhados por Portugal continental. Com esta exposição o visitante poderá ver a importância da engenharia hidráulica ao longo da história de Portugal.

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Quem hoje visita o Alentejo depara-se com alterações profundas, fruto da dinâmica introduzida pelo Projeto de Alqueva.
A EDIA, enquanto entidade que tem por objetivo conceber, executar, construir, explorar e promover o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, tem vindo a garantir que todas as etapas são implementadas de forma sustentada e em respeito pelas preocupações ambientais e patrimoniais.
Na vertente de Património Cultural, área onde efetuou um considerável investimento financeiro em cerca de 2 mil intervenções arqueológicas, permitiu trazer à luz do dia inúmeros vestígios arqueológicos preservados no subsolo e, grande parte deles, desconhecidos da comunidade científica. Vestígios identificados no âmbito dos processos de Avaliação de Impacte Ambiental, mas principalmente durante os trabalhos de mobilização de terras, em contexto de obra.
Por forma a promover uma rápida atuação perante estes indícios arqueológicos, a EDIA tem vindo a garantir a presença no terreno, de técnicos especializados, que procedem à implementação das medidas de minimização adequadas a cada caso (escavações arqueológicas e registos diversos), das quais se destacam as publicações técnicas com os relatórios das intervenções realizadas.

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Quem visita hoje o Alentejo depara-se com alterações profundas que não esperaria fossem tão significativas. O elemento que alavanca este processo de transformação é Alqueva. Com este projeto observa-se claramente um antes e um depois em vários domínios, com destaque para a componente agrícola.
O território de Alqueva está hoje em constante transformação e modernização.
A água de Alqueva disponibilizou a este território um leque de novas oportunidades em que o binómio tradição versus modernidade ainda está presente, mas o investimento e a inovação pretendidos para o Alentejo estão a transformar o espaço tornando-o uma terra de modernidade.
E é sobre estas transformações que estão a acontecer no espaço Alqueva que nos remete a nova exposição do Museu da Luz.

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